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Avenida dos Aliados
sábado, abril 24, 2004
  Informação inútil.
Curiosamente, o poeta português Fernando Pessoa morreu a 30 de Novembro de 1935 e o realizador Woody Allen nasceu no dia seguinte, 1 de Dezembro de 1935. Ora aqui está um fabuloso exemplo de informação inútil. Será que, depois desta, estará um lugarzinho guardado para mim na TVI? JRP
 

  Propagar a Liberdade
Quando a Liberdade tem como referência o eco, é porque essa Liberdade não existe. É apenas sombra, é a ressonância cava de uma voz que se extinguiu.
O que nos chega hoje do Iraque nada mais é do que isso, um ruído, ele próprio também pretérito, de sonho por erguer. Não existe Liberdade sob os escombros, a Liberdade pura que não se amassa em caos, em devastação, em execuções e em cada vez mais morte.
O que nos trouxe esse blog, onde Omar Fadhil luta pela Democracia e se ilude com um simulacro de Liberdade, é precisamente o analgésico virtual que muitas consciências necessitavam para se regozijar e salvar o discurso. Esse discurso que ainda procura evitar as ruas onde Omar se desvia dos obuses, onde o caduceu da Liberdade dispara balas e lança granadas de mão.
Apetece dar a mão a Omar e dizer-lhe que o eco que ouvimos não é ainda o da sua Liberdade, dizer que esta não se pode confundir com a sua propaganda. A Liberdade não pode ser só virtualidade, tem que ser concreta e verdadeira. MBP
 

sexta-feira, abril 23, 2004
  Post It!
No próximo Sábado, dia 24, irá decorrer uma festa relativa às comemorações dos 30 anos do "25 de Abril" no espaço Contagiarte, na Rua de Pedro Álvares Cabral, no Porto (junto à sede do S.C.Salgueiros). A noite será preenchida com um concerto e a performance de 2 DJ's. Destaque para o amigo, leitor e talentoso Richter (Synthpop, Electro, Pop, Rock. To flee!), um dos DJ's presentes. O Avenida dos Aliados também se fará representar naquele que é o espaço nocturno do momento na Invicta. Do Porto, pelo Porto, para o Mundo. JRP
 

  Mais uma dose de: "obrigado!".
Ainda nem uma semana de vida e os mails de incentivo sucedem-se. O nosso muito obrigado pelos inúmeros textos de apoio incondicional, quer pela causa nortenha quer por um humor que, aliás, só vocês conseguem decifrar (andará mesmo por aqui?). Palavras de especial apreço para Vasco Dias, amigo de longa data, de outras batalhas e, agora, também leitor, bem como para o Richter, um dos líderes da cena nocturna da nossa Cidade Invicta e, também ele, amigo da "velha guarda". Para os dois um forte abraço e o agradecimento sincero pelo exagero das vossas palavras: "O orgulho pelo Porto sem excessos de bairrismo, o tom acutilante quando necessário, a ironia jocosa que nos leva um sorriso aos lábios... Um perfeito exemplo, a meu ver, do que deveria ser um blog!". Estarás mesmo a falar de nós, Richter? JRP
 

  Rápido, uma ambulância!
Depois da leitura do post anterior, os meus pais decidiram pedir ajuda: chamaram uma ambulância para me levar para o Hospital Magalhães Lemos. Do outro lado, veio esta resposta: "Oh! Então se ainda nem internamos o Dias da Cunha, que é caso tão sério, vocês já queriam internar o mocinho? Deixai-o andar..." JRP
 

  Provérbios.
Ora, aqui vai:
"O tempo tem pó
O pó do tempo no pote
O pote tem pó
O pó no tempo e no pote
." Provérbio Chinês.
Quer dizer... fui eu que inventei, mas há quem diga que eu, às vezes, pareço um chinês, por causa das rugas.
"A bola e a bala
a bala bailou na bola
Baila bola
Bola ou bala?
" Provérbio Inca.
Quer dizer... fui eu que inventei, mas há quem diga que eu, às vezes, pareço um inca, por causa da barriga.
"A vida é bela
belo vivido
a bela é viva
Que vivam as belas!
". Provérbio Aborígene.
Quer dizer... fui eu que inventei, mas há quem diga que eu, às vezes, pareço um aborígene, por causa da feiura.
Obs.: Este post serve apenas para provar que também sei escrever assim! JRP
 

  Ecos da liberdade...
motivo de regozijo.
«Iraquianos gozam de nova liberdade de expressão: "Sofremos, durante anos, sob o regime ditatorial de Saddam Hussein, incapacitados de nos expressarmos" disse Omar Fadhil, dentista de 24 anos. "Agora, conseguimos que a nossa voz seja ouvida em todo o mundo." Disseste-o Omar. Isso era basicamente aquilo que pretendiamos.»
in USA Today PR
 

quinta-feira, abril 22, 2004
  Publideia #1
Bloco de "notas" esquerda, em papel martelinho A25, para rascunhos de pouca importância. PCS
 

  Questão da existência e da existência como questão
A condição de um alfinete no mundo, será a mesma que uma escada no Universo? PCS
 

  O olhar chega antes das palavras
Por onde começar a olhar a avenida? Podia começar por baixo, por cima, ou mesmo pelos lados!
Mas não. Devo começar, sim, pelo "génesis" - digo.
E então os olhos deles abriram-se... chamou o homem e disse-lhe: Onde estás?...
- Estou aqui, no meio da avenida.
- No meio! - disse ele, com voz rouca - Sim, para escrever do que não escrevo, saber bem do que não sei, criticar o que sei que critiquei, ignorar sem saber se pensei.
- Não tens que morrer para ti próprio, - disse ele, apontando para o alto da avenida - como alguns morrem.
- Não, não estou cá apenas para ser feliz, tão-pouco para ser honesto. Estou cá para ter acesso à nobreza, realizar grandes coisas para a sociedade e ultrapassar a vulgaridade e a existência de alguns indivíduos - devolvi o gesto - por tudo isto, traço um traço, -1-, de respeito pela minha existência Humana. PCS
 

  Sono
No filme "Maridos e mulheres" Woody Allen diz que "a vida não imita a arte, mas a má televisão". Pensando na minha vida, consultando o calendário e olhando para o relógio, nem a má televisão funciona a estas horas da noite a uma quarta-feira. Boa noite e até amanhã! JRP
 

quarta-feira, abril 21, 2004
  Lapidares de Valadares:
Aqui vai um cacho de sabedoria sem grainhas.
Sempre que ouço falar em cultura, levo a mão à pistola.
Hermann Göring, pessoa de baixa estatura ética, deficiente moral
Sempre que ouço falar em cultura, fico com saudades.
Herman José, personagem criada em finais dos anos 90 por Herman José
Sempre que ouço falar em cultura… castreja entro em polémica salutar com o meu amigo Herculano, discordamos no que concerne às origens celtas dos povos do calcolítico, sobretudo pelas incongruências entre o tipo de aparelho e materiais utilizados na construção de estruturas hab…… …da floresta negra… …granito… noroeste…
Martins Sarmento, Archeologo Portuguez
Sempge que ouço falag em cultuga, deixo cgescer uma bagba socgática, que além de me dag um aspecto mais egudito, togna-me mais séguio.
Morais Sarmento, Ministro da Presidência
Sempre que ouço falar em cultura, é porque estou a falar sozinho.
Vasco Graça Moura, polígrafo com uma nobre predilecção pelos decassílabos
Sempre que ouço falar em cultura, digo que não tenho dinheiro.
Rui Rio, vencedor da edição de 2001 do concurso “Município'Stars”
Sempre que ouço falar em cultura, sei lá.
Margarida Rebelo Pinto, Margarida Rebelo Pinto
Sempre que ouço falar em cultura, sei que já estou prevenido e publico o meu texto fixo.
Luís Delgado, pessoa que se tem remetido ao silêncio
Sempre que ouço falar em cultura, Kult was?
Ludwig van Beethoven, compositor impulsivo com problemas de audição
Sempre que ouço falar em cultura, prometo a Nossa Senhora que não volto a entrar no Santuário em fato-de-treino.
Sousa Lara, ex-subarguido do caso Moderna
MBP
 

  Operação.
Depois da "Operação Apito Dourado", que conduziu à detenção para interrogatório de Valentim Loureiro, a Polícia Judiciária prepara já nova ofensiva: "Operação Pinto Dourado". A PJ ainda não esclareceu o que motiva a investigação, mas, "para que ninguém diga que foi quebrado o Segredo de Justiça", o agente Palhares foi adiantando que tudo se desenrola em torno da relação entre João Vieira Pinto e Marisa Cruz, daí o nome da Operação. Fonte credível junto ao Avenida dos Aliados, os jornalistas Carlos Tomás e Tânia Laranjo do Jornal de Notícias (sim, sim, nós não só não respeitamos o segredo de justiça como também não respeitamos a reserva das fontes), garantem que os inspectores Dias André e Rosa Mota, curiosamente os mesmos do processo Casa Pia, terão sugerido o nome de: "Operação Pito Dourado". Após gigantesca discussão, a PJ determinou a contratação de Hernâni Gonçalves, vulgarmente conhecido como Bitaites. Para determinadas matérias, não há nada como contratar especialistas.
P.S. - Pedimos desculpa pela piada brejeira. Há dias assim... JRP
 

  Lembrar os nossos. (2)
"O Porto é o lugar onde para mim começam as maravilhas e todas as angústias" - Sophia de Mello Breyner Andresen.
(Mais info aqui) JRP
 

terça-feira, abril 20, 2004
  Como Me Tornei Estúpido
Ainda não totalmente, mas já não falta muito.
O que acabei de ler foi o livrinho de Martin Page. Pouco prometedor no título, pequenino, com alguns pensamentos interrompidos que nos ficam a escorrer pelas páginas, mas, acima de tudo, imensamente divertido.
Trata-se do percurso do jovem Antoine, que, esmagado pela inteligência que o impede de aceder à felicidade, decide tornar-se estúpido, tão estúpido que pudesse extrair de si a empatia que sente por todas as dores e remover as dúvidas constantes face às certezas dos outros.
Antoine sugere uma meia lobotomia ao seu médico de sempre, contudo o senhor dr. acaba por lhe recomendar uns Heurozac quaisquer que lhe vão limpando a personalidade, deixando-o lentamente mais rombudo. Ao fim de poucos dias Antoine já se encontra completamente estúpido, consegue mesmo emprego numa corretora e acaba, inevitavelmente, por se tornar milionário.
O enredo pouco interessa, e a narrativa também não nos humilha com nenhuma lição de moral, penso que é de destacar a boa disposição, a ironia genuína (não há cinismos ali) e o acertado espírito crítico de Page, que fica algures entre a humor e o amor.
Para quem quiser percorrer o caminho da estupidez sem recorrer à leitura de Alexandra Solnado, Page talvez será o guia mais seguro... Convém é fazer sempre um percurso por cabotagem, pois se perdermos a costa talvez acabemos a escrever em blogs, ou, pior ainda, envolvidos no comércio internacional de antiguidades. MBP
 

  Obrigado.
Apesar da tenra idade do Avenida dos Aliados, começam a chegar as primeiras palavras de incentivo/desmoralização em torno do projecto. Queria agradecer, em particular, à leitora Maria João Teixeira pelas simpáticas e exageradas palavras. De resto, a todos quanto, quer por e-mail quer oralmente, nos têm dado apoio ou criticado construtivamente, o meu muito obrigado. E já sabem, continuem a enviar opiniões, críticas, sugestões, imagens da Marisa Cruz ou piadas sobre a Alexandra Solnado para aqui. JRP
 

  Em Abril, Revoluções mil.
Depois da Abrilada no século XIX (1824) e da Revolução dos Cravos no século XX (1974), parece que, com a detenção de Valentim Loureiro, já temos a nossa revolução de Abril do século XXI (2004). Esta coisa da tradição é mesmo levada a sério em Portugal. JRP
 

  Cartoon
Já que referi, no post anterior, os cartoons de José Bandeira como uma das últimas rubricas pelas quais ainda vale a pena comprar o JN, aqui está um cartoon do referido autor, com o qual venceu o XV Salão Nacional Humor de Imprensa de 2001.



Escolhi este entre inúmeros outros que poderiam servir aqui de exemplo do talento de José Bandeira. JRP
 

  Coincidências.
Na edição de ontem do Jornal de Notícias são dedicadas duas páginas ao bizarro caso dos cheques passados em nome da vereadora socialista da educação da Câmara Municipal do Porto. O artigo, assinado por Rafael Barbosa, acusa a ex-vereadora de desviar uma soma que ronda os quatro milhões de euros.
Independentemente da culpa ou não da senhora professora, é indesmentível que o caso está envolto em dúvidas: os cheques eram passados em nome da vereadora? Uma falta desta dimensão só agora é detectada?
De qualquer forma, não é esta a notícia que me prende, mas a pequena coluna, não assinada (será também de Rafael Barbosa?), que verticalmente se coloca na lateral do artigo de fundo do jornal. O título da coluna é: "Uma fiel apoiante de Nuno Cardoso", referindo-se obviamente a Ernestina Miranda, a professora em causa.
Obviamente que a celeridade de tal raciocínio conduz-me a um conjunto de interrogações que a minha memória não permite responder: Será que quando o embaixador Jorge Ritto foi acusado de pedofilia também surgiu uma coluna lembrando "Um fiel apoiante de Durão Barroso" ou aquando da prisão de Bibi "Um fiel adepto do Benfica"?
O mais curioso nesta questão é a súbita e permanente referência a Nuno Cardoso e às suas malfeitorias, sensivelmente desde a entrada no ano de 2004, cujo zénite terá sido a evocação, a despropósito, de ser o responsável pelo elevado preço da água no Porto. Ao mesmo tempo, têm-se sucedido artigos elogiosos a Rui Rio e à sua capacidade de dirigir a Câmara portuense.
Não quero estar a tirar conclusões precipitadas, mas há certas coincidências que me fazem desconfiar de tanta veemência em apontar o dedo ao Engenheiro Cardoso. E, por isso, pergunto-me: Terá esta perseguição do diário portuense, fundado em 1888, alguma ligação com o facto de Manuel Teixeira, antigo administrador do grupo Lusomundo (gestor para a área dos Media do Grupo Lusomundo/PT, como noticia a Câmara aqui), do qual o Jornal de Notícias faz parte, ter assumido o cargo de chefe de gabinete de Rui Rio, a 16 de Dezembro de 2003?
Curiosamente, já o jornal Público, em artigo a noticiar esta transferência de Manuel Teixeira para o gabinete de Rui Rio, questionava o antigo administrador da Lusomundo sobre "sobre se as suas novas atribuições poderiam dar azo a especulações sobre eventuais situações de favorecimento à autarquia por parte de empresas do grupo".
Em vez desta saga desenfreada de descredibilização de Nuno Cardoso, talvez fosse papel do JN inquirir o gabinete de Rui Rio pelo destino do Edifício Transparente, entre tantos outros problemas aparentemente irresolúveis por parte da autarquia.
Infelizmente, será incontornável regressar, mais tarde, à crítica ao jornal de eleição dos portuenses. Ainda que o diário seja uma instituição respeitabilíssima, as atitudes acima descritas, as inenarráveis tentativas de descredibilização do processo Casa Pia pela temível dupla de jornalistas Carlos Tomás e Tânia Laranjo, o anti-americanismo primário da secção Mundo, entre tantas outras coisas, conduzir-me-ão, inevitavelmente, a novos posts de escárnio.
Salvam-se as crónicas lúcidas e precisas de Jorge Vilas , os deliciosos Cartoons de José Bandeira na secção de Desporto e as tiras diárias dos "Zits". JRP
 

segunda-feira, abril 19, 2004
  Lembrar os nossos.
"Se na nossa cidade há muito quem troque o b por v, há muito pouco quem troque a liberdade pela servidão." - Almeida Garrett
(Mais info aqui) JRP
 

domingo, abril 18, 2004
  Sugestão
Na minha opinião, em determinado tipo de locais, ao lado dos autocolantes que indicam "Proibida a entrada de animais", deveria existir uma outra referência: "Proibida a entrada de anormais". Fica a sugestão. PR
 

  Resposta ao exercício nº. 1:
Nariz. PR
 

  Exercício nº. 1:
A mostarda chega rapidamente ao... PR
 

  Arrumado para Canto
Antonio Salieri vingou-se da maldade que Milos Forman e F. Murray Abraham lhe fizeram, quando o pintaram como um medíocre fantasma de músico, roído pela inveja e pelo ciúme.
O instrumento da vingança de Salieri foi cravado pela divina Cecilia Bartoli e pelo maestro Adam Fischer, responsáveis pelo The Salieri Album.
Com a etiqueta DECCA, o álbum comporta uma selecção de 13 árias, recolhidas entre as esquecidas óperas de Salieri, como Ninetta, Ofelia ou a prometedora Palmira. A edição é cuidada e sobretudo bela. Não sei se Salieri mereceria tanto, Bartoli conseguiu canonizar a sua música, emprestando-lhe a tal verdade, que o italiano tanto amava na música vocal.
Pela minha modesta parte, a máxima homenagem que presto a Salieri é ouvindo-lhe a música e redigindo estas linhas sem citar, uma vez que seja, o nome do outro. MBP
 

  Tão perto e tão longe.
Peço-vos uma viagem no tempo e no espaço. Partiremos para Chicago, a partir do Porto, na passagem do século XIX para o século XX.



Chicago era a cidade americana emergente. Fundadora do movimento City Beautiful, depois do Great Fire de 1871 e da Columbian World Exposition de 1893, a cidade cresceu desmesuradamente através da chegada contínua de migrantes e do traço apurado, ousado e vertical de Daniel Burnham e Louis Sullivan.
O Porto era a cidade turbulenta. Do 31 de Janeiro de 1891 ao crescimento desmesurado das "ilhas". A imagem da cidade construía-se através do traço de Marques da Silva, da Escola de Paris. A Praça Nova, de D. Pedro, da Liberdade ou, mais tarde, integrada na Avenida dos Aliados, era o centro cívico, administrativo e simbólico.
Contrastes ou Semelhanças? JRP
 

Do Porto, pelo Porto, para o Mundo.
A Praça Nova está de volta!
Que trema o país...
Blog gerido por Jorge Ricardo Pinto (JRP) e Mário Bruno Pastor (MBP). Qualquer dúvida, insulto, comentário ou tentativa de extorsão, contactar: aliados.blog@portugalmail.pt

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